No tão aguardado clássico entre Futerrasco e ASTCU, o que se viu em campo foi um verdadeiro espetáculo de futebol, carregado de intensidade, emoção e uma atuação de gala de Dhalter, o nome que vai ecoar por um bom tempo entre os torcedores do Futerrasco.
A equipe da ASTCU chegava embalada por uma vitória tranquila na rodada anterior, enquanto o Futerrasco carregava o peso de uma derrota recente. Precisando desesperadamente dos três pontos, o time entrou com sangue nos olhos. Mas foi a ASTCU que começou melhor. Logo aos 7 minutos de jogo, Leonardo foi derrubado na área e o árbitro não hesitou: pênalti. O próprio camisa 10 foi para a cobrança e balançou as redes, abrindo o placar: ASTCU 1×0.
A resposta do Futerrasco, no entanto, veio em grande estilo. Aos 23 minutos, após uma bela troca de passes, Dhalter recebeu na entrada da área e, sem deixar a bola cair, soltou uma bomba indefensável no canto do goleiro. Um golaço! Empate no marcador e fim da primeira etapa: 1×1 e tudo em aberto.
O segundo tempo manteve a intensidade e o equilíbrio do primeiro. As duas equipes se lançavam ao ataque, criando chances e levando perigo. Aos 25 minutos, Dhalter quase repetiu a dose: recebeu linda bola mas acabou finalizando para fora, arrancando suspiros da torcida.
A partir daí, o gás da ASTCU parecia acabar, e o Futerrasco começou a tomar conta do jogo. Aos 39 minutos, João recebeu na intermediária, limpou a marcação e acertou um foguete de fora da área. Um golaço digno de placa! Virada do Futerrasco: 2×1.
A ASTCU ainda tentou reagir, mas esbarrou no cansaço e na boa marcação adversária. No apagar das luzes, uma bola na trave sobrou limpa para João Carlos, que só empurrou para o fundo das redes, fechando a conta: 3×1 para o Futerrasco.
Dhalter, o nome do jogo? Sem dúvidas. Mais do que o golaço que marcou, foi o espírito de liderança, a movimentação constante e a pressão exercida sobre a defesa adversária que o colocaram como destaque da partida. O atacante foi impiedoso, frio, e decisivo — características de um verdadeiro camisa 9 clássico.
Com o resultado, o Futerrasco se reergue na competição, mostrando força e garra em um jogo que tinha tudo para ser complicado. Já a ASTCU sentiu o gosto amargo da derrota e terá que buscar respostas rapidamente.
E como bem disse um torcedor na arquibancada: “Enquanto o Futerrasco tiver Dhalter em campo, a esperança nunca morre.”




